Começa um novo, uma nova etapa
e os estudantes já têm novas expectativas para as suas vidas académicas.
Eduardo Afonso, estudante de
jornalismo diz que deseja terminar os estudos com sucesso dando o máximo de si,
ultrapassar todos os obstáculos e vencer os desafios. Eduardo tem menos de um
ano para fazer tudo isso, porque este é o seu último ano de curso.
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Leinise Duarte, faz curso de
matemática e as suas expectativas também são as melhores “espero que esse ano,
possa me esforçar mais, alcançar os meus objetivos e principalmente não deixar
nenhuma cadeira para trás”.
O estudante, Odair da Veiga que faz o
curso de francês explica, “espero que tudo corra bem e que não fique nada para
trás e que esse ano tenhamos que pagar propinas num valor mais baixo ou
que nem precisemos pagar”.
Poder conciliar o tempo com os
trabalhos escolares é uma das vontades de Zanilda Miranda, uma estudante de
informática. A mesma, acrescenta ainda que, “espero que esse ano, haja mais interação
e apoio entre os colegas”.
Keven Fonseca diz que, espera
que com essa eleição da reitoria que está a ser realizada na Uni-CV, as coisas possam melhorar.
Cada um com as suas expectativas,
porém os desejos dos estudantes vão todos para o mesmo caminho: ter mais
sucesso, não deixar nada para trás e poder conciliar o tempo com os trabalhos.
Por vezes, nos deparamos com situações tão difíceis que dá vontade de desistir, mas o que nos faz continuar é a certeza de que a vitória virá e com toda a força.
A vida de estudante tem
sempre os seus prós e contras, mas a dos que estudam em universidades é sempre
mais intenso. Sair da sua casa, da sua ilha ou do seu país para estudar em
outros lugares traz consigo as suas dificuldades, mas também tem vantagens.
Maria Andrade, teve que
sair da ilha do Fogo para estudar numa universidade na cidade da Praia. Ela conta
como é difícil esta situação. “Para mim morar e estudar longe da minha família é
muito difícil, porque temos que nos acostumar a não ter o pai e a mãe do nosso
lado. A mãe que antes me amparava nos momentos difíceis, que me dava mimos, já
não tenho, pelo menos do jeito que eu queria”.
Os estudantes apontam a saudade
como sendo o maior problema. “Saudade da família, das mordomias da casa, de dormir
na sua cama e no seu quarto, ter roupa lavada e comida no prato”, mas também assinalam
a questão da segurança que sentem ao lado da família e o amor que recebem.
João Pina é mais um
estudante que teve que se afastar um pouco da família para tentar a sorte numa
universidade. O estudante diz que, “é complicado, porque muitas vezes sinto uma
necessidade de ter o apoio da minha família e não o posso ter. A questão das
refeições e do tempo também pesam muito neste sentido”.
Apesar disso é possível
retirar algumas vantagens, como por exemplo “aprender a andar com os próprios
pés, tornar-se mais independente, preparar-se para a vida”, segundo nos diz a
universitária Maria.
A estudante da Uni-CV Daniela
Cardoso, conta que esse o seu final de ano, foi maravilhoso. “Um dos melhores
que já passei, diverti-me muito. Passei o reveiom na kebra-kanela com o meu marido e com os meus irmãos. Dançamos, comemos,
bebemos e aproveitamos o último dia do ano com muito amor, carinho e alegria”.
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Após 365 dias chega o dia, em que todos se despendem do ano que passa e dão as boas-vindas
para o novo ano. Se no trigésimo primeiro dia do mês de dezembro dá se adeus a
um ano, no dia 1 janeiro são as boas-vindas ao novo ano.
Festas com direito a foguetes
na Kebra-Kanela, pequenas comemorações nas casas das pessoas, mas também os
estudantes aproveitam os seus poucos dias de férias para comemorar os dois
dias.
Festas por todo o lado,
foguetes, carros a encher as estradas e pessoas eufóricas. Cada um comemorando
do seu jeito, porém quase todos comemoraram esses dois dias.
Após todas essas comemorações
e a despedia de um ano que trouxe muita tristeza, dor e sofrimento para o país,
muitos desejam que o novo ano seja melhor e que não tenha tantas tragédias.
“Espero que 2018 seja um ano
de muita prosperidade e realização”. Estas são as palavras de Daniela que após
os dias de festa volta à sua rotina diária. Assim como todos os outros frequentadores
do mundo académico estudar, fazer testes e lutar para alcançar os objetivos de
todo e qualquer estudante.
A festa de natal é considerada
uma festa de família. Todos os anos, no dia 25 de dezembro comemora-se o
nascimento de Jesus Cristo. Este ano, não foi diferente, desde muito cedo,
via-se luzes e enfeites de natal por todos os lados.
As lojas chinesas como sempre estiveram
muito movimentadas. É o que diz a vendedeira de uma loja chinesa. Ana Maria considera que o balanço é positivo e que os praienses têm aderido muito às suas
lojas.
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“Árvores, enfeites e
brinquedos. Esses são os produtos que foram mais comprados neste natal. As
vendas foram muito boas, tivemos muitas novidades e as pessoas aderiram muito”.
Da mesma forma a universitária
Diana Correia, considera que o natal este ano foi bom. “Como sempre tivemos
mesa cheia neste natal, com diferentes tipos de pratos e sobremesa”, afirma a estudante
acrescentando ainda que gostaria que todos os dias fossem assim.
Diana conta um pouco mais do
seu natal, diz ter sido muito bom, apesar de estar triste por saber que nem
todos comemoram a seia de natal. “A família toda reunida em volta da mesa, comendo,
conversando, contávamos piadas, falávamos sobre diversos assuntos. A seia este ano não foi à meia noite e sim às 21h, depois foi a vez da troca de prendas. Esse
é o momento em que se houve muitas gargalhadas acerca das descrições feitas ao
entregar o presente”.
Por fim Diana conta que o
momento mais engraçado foi quando o seu tio recebeu um telemóvel digital. “Ele
ficou tão feliz porque nunca tinha tido um, que nem sequer terminou de comer”.
Assim foi a comemoração do natal por uma estudante, porém são várias as histórias, cada um com os seus momentos para
contar, bom ou mal. Mais um natal se passou e mais um ano Jesus Cristo fez. Mais
natais virão, mais histórias serão escritas.
Aparentemente, um líquido
como qualquer outro. Dependendo do tipo, pode ter outra cor, outro sabor,
diferentes preços e são feitos para todos os gostos. É um dos líquidos mais
vendidos no mundo todo.
Por um lado, os
produtores e vendedores, têm lucro com a produção e a venda; por outro, os
consumidores saem a perder. Quem são os culpados? Não se sabe. Os produtores e
os vendedores só estão a fazer o seu trabalho. Trabalho! Algo que tem entrado
em extinção no país. Também, não se pode esquecer que ninguém é obrigado a
comprar nada. Mas... seria justo culpar os consumidores do álcool, nomeadamente
os alcoólatras? Talvez não. Esses são reféns da dependência que os prende e os
embala de tal forma, que não conseguem enxergar-se como presos.
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As percepções sobre o
problema do alcoolismo são variadas, mas há uma opinião que, com certeza, todos
compartilham: as consequências do álcool são terríveis. Destampa-se a garrafa e
o estrago começa. Constantemente, famílias são destruídas, há casos de guerras
e assassinatos, de entre outros problemas, e a maioria tem algo em comum: a
ação camuflada do álcool.
O mais engraçado é que
não se pode dizer que é gostoso, pelo contrário, é bastante amargo e forte. Até
quem gosta diz isso. Desta forma, torna-se pertinente a seguinte pergunta:
porque é que, mesmo sendo amargo, muitas pessoas são viciadas no álcool? A
resposta para esta pergunta é porque o álcool é uma droga e, como toda droga,
torna a pessoa dependente. Assim como a cocaína, a heroína, o craque, o cigarro
e outras drogas, o álcool é extremamente prejudicial à saúde das pessoas quando
é ingerida em excesso. Este não é nenhum facto desconhecido, pois, todos sabem
dos problemas que o líquido provoca. Mas, como sempre, o alcoólatra ou o
iniciante, começa por dizer esta frase “eu bebo pouco, sei me controlar e não
vou me viciar”. Portanto, se você costuma beber e as pessoas o alertam e está
constantemente a repetir esta frase, cuidado para não estar a caminhar para o
abismo desse mal social.
Não pense que as pessoas
que começaram a consumir imaginavam que ficariam viciadas, não pense que os
alcoólatras escolheram ser assim e não caia na ilusão de que existe algum
super-herói que consegue controlar facilmente algum tipo de dependência.
Pedir às pessoas para que
não consumam álcool é perda de tempo e é desnecessário, mas pedir para que não
exagerem e que sejam conscientes dos seus males é um ato de amor ao próximo.
Não deixe que o álcool lhe vença! Mostre que você é mais forte e controle-o ao
invés de deixar que ele o controle. Não entre para a estatística de pessoas
viciadas em álcool, os números já são bem altos e não precisam subir mais.
Com o término da guerra fria, o
mundo pareceu finalmente se estabilizar, porém não foi exatamente o que
aconteceu. Hoje, em pleno século XXI, o mundo continua em estado de guerra.
Os motivos que estão na base
desses conflitos são variados, entretanto os mais comuns são razões económicas
e religiosas. Apesar de terem sido criadas várias formas de pacificação pela
Organização das Nações Unidas (ONU), as guerras continuam a existir.
Algumas das mais conhecidas e
que serão explicadas mais abaixo nesta reportagem são, nomeadamente, a guerra
na Síria, na Correia, na República Centro Africana e o Estado Islâmico.
Guerra
na Síria
De acordo com as informações disponibilizadas no site Cola da Web, A Síria está em guerra desde
2011, isto porque a população não está de acordo com o regime de Bashar
Al-Assad, presidente do país desde 17 de julho de 2000. O que fez com que a
luta tomasse uma proporção ainda maior é o fato de grandes potências mundiais
terem entrado na guerra.
Os Estados Unidos apoiam os
rebeldes e um novo governo, tendo em conta que são totalmente contra o regime
de Bashar Al-Assad. Por sua vez, a Rússia apoia o ditador e usa o seu exército
para combater os manifestantes.
Por um lado, temos os aliados da
população síria, são eles, E.U.A, Turquia, Arábia Saudita, França, Inglaterra e
Catar. Por outro, a Rússia como aliado do presidente ditador, dizendo que luta
para combater os terroristas.
Guerra
na Correia
A história da guerra na Coreia remonta-nos
ao período da guerra fria. A união soviética (Rússia) e os norte-americanos
concordaram em dividir a Coreia pelo paralelo 38°
N, isso depois da derrota e saída dos Japoneses. O norte da Correia ficou com a
Rússia e o Sul com os norte-americanos, desta forma, houve a formação de duas
fronteiras, Coreia do Norte (socialista) e Coreia do Sul (capitalista).
Essa consequência da guerra fria
permanece até os dias de hoje provocando brigas entre as duas “Coreias” e os
seus colonizadores. Como sempre o conflito deixou consequências terríveis. Mais
de 3 milhões de pessoas morreram.
Atualmente a Coreia do Norte
(socialista) aliada da Rússia e da China, tem um regime ditatorial e é
considerado um dos países mais fechados do mundo. Já a Coreia do Sul
(capitalista) e aliada dos EUA e Japão, vive o regime democrático e são grandes
exportadores de computadores, de automóveis, de navios e de produtos
eletrônicos.
Guerra
civil na República Centro-Africana
Este, é um dos mais recentes.
Tudo começou em dezembro de 2012 quando os rebeldes acusaram o governo François
Bozizé de não assumir os acordos de paz assinados desde 2007.
Essas forças rebeldes são
conhecidas como a Coalizão Séléka e na sua língua (sango) Sélékaque, significa
aliança. O grupo capturou muitas das grandes cidades nas regiões central e
leste do país.
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Com tantas guerras, as
consequências teriam de existir. Nomeadamente, a situação da segurança que
continuou precária durante junho-agosto de 2013. Isto porque, houve relatos de
mais de 200.000 pessoas deslocadas internamente. Pera além disso, as violações
de direitos humanos, incluindo o uso de crianças-soldado, estupro, tortura,
execuções extrajudiciais e desaparecimentos forçados, bem como os combates que
surgiam a todo momento.
Em 2014 o conflito tomou um
outro rumo. A Anistia internacional relatou vários massacres cometidos pelo
grupo cristão Anti-Balaka contra civis muçulmanos, forçando milhares de muçulmanos
a fugir do país. Vários relatórios
alertaram que o que está acontecendo é um genocídio e uma ampla de limpeza
étnica contra os muçulmanos na República Centro-Africana.
O
temido Estado Islâmico
O surgimento do estado
islâmico é atual, pois remonta-nos ao ano de 2003. Foi criado com o nome de Al
Qaeda no Iraque (AQI). O grupo agia contra as tropas dos EUA, que estavam
presentes desde 2003 no território iraquiano, com o pretexto de combater o
terrorismo e os xiitas locais.
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Em 2006, o comandante do
grupo, Au Musab al Zarqawi morreu e o nome AQI, desapareceu para dar origem a
um novo nome, Estado Islâmico do Iraque (EII). Após algumas mudanças de nome,
em julho de 2014 passaram a se chamar Estado Islâmico (EI).
A internet é a ferramenta que
o Estado Islâmico usa para divulgar suas ações, difundir propostas de
recrutamento, conseguindo assim aliciar mais simpatizantes para sua causa.
No sentido de combater esse
grupo terrorista, no início de 2014, Barack Obama, Ex presidente dos EUA,
anunciou a formação de uma coalizão de aproximadamente 50 países, envolvendo
principalmente nações do Ocidente e do Oriente Médio. A coalizão passou a realizar
ações militares em bombardeios contra posições do Ei na Síria e no Iraque.
Dois anos depois, importantes
ações militares realizadas principalmente pela Rússia, EUA e França provocaram
ao EI a perda de controle sobre territórios e cidades. Apesar de todos os
esforços o EI continua com as suas ações. O grupo tem aterrorizando milhões de
pessoas, tem tirado o sono de muitos governantes e tem sido pauta em todas as
mídias no mundo.
Com o surgimento da internet no ano de 1969 e a proliferação desta pelo mundo,
a informação tornou-se cada vez maior e mais acessível. Esta é uma das
vantagens do surgimento do ciberespaço.
É desta forma que, o jornalista foi perdendo cada vez mais o papel de Gatekeeper “guardião
da informação” e tornou-se cada vez menos decisivo na produção e divulgação de
informações ao público.
A cada dia, são publicados milhares de informações e notícias na internet,
principalmente nas redes sociais.
Os sites de informação oficiais têm perdido cada vez mais o seu lugar para as
redes sociais. Ultimamente os usuários da internet, têm visto mais notícias nas
redes sociais do que nestes sites de informação.
Esta é uma situação que
leva a repensar o futuro da democracia e consequentemente do jornalismo no
mundo.
Inicialmente, descrevia o tipo de artigo falsificado divulgado por
"fábricas" de conteúdos de valor duvidoso. Estas exploravam
cinicamente os preconceitos já existentes dos leitores para receberem cliques
com mentiras, como a de que a candidata Hillary Clinton teria guardado cédulas
de voto fraudulentas em galpões.
Atualmente muitos leitores preferem ler notícias nas redes sociais por serem
mais acessíveis, porém afirmam acreditar mais nas notícias publicadas nos sites oficiais.
Como tudo
tem as suas vantagens e desvantagens, a internet também trouxe consigo um lado
negativo. Agora todos podem publicar o que querem, quando e onde querem a
partir do momento que entram nesse mundo.
O grande
problema é que nem todas as informações publicadas nas redes sociais são
notícias isto porque, a maior parte delas não são bem trabalhadas, não são
verificadas e nem devidamente investigadas.
Hoje em
dia são cada vez mais frequentes as chamadas “Fake News”, ou
seja, Notícias Falsas. Muitas pessoas confessam que é difícil diferenciar uma
notícia falsa da verdadeira e outros dizem que é impossível.
Fake News
é um termo que já existe há mais de cem anos, de acordo com o dicionário
Merriam-Webster. Porém, foi em Novembro, o mês da eleição presidencial
norte-americana de 2016.
Para não
correr o risco de acreditar num "Fake News" aqui vão algumas dicas. É
muito importante verificar sempre as fontes, porque notícias sem fontes dificilmente
são verdadeiras. Os comentários podem dar-nos alguma pista para a veracidade ou
não do artigo.
Antes de
partilhar uma notícia é necessário ter-se a certeza de que a mesma é
verdadeira. Quando ler uma notícia é aconselhável procurar em outras fontes,
nomeadamente as que têm mais credibilidade para saber se é verdadeira ou falsa.